O triunfo do compadrio: um juiz para chamar de seu. 0

Hoje, o Senado Federal transmuta-se na chalana Champagne, mas em escala muitíssimo mais condenável. Afinal, os encontros lá embarcados são da esfera privada e a promiscuidade que se terá na Comissão de Constituição e Justiça é pública, portanto um atentado ao pudor. Ao ponto de estudar-se o providencial “sumiço” de seu presidente, Edison Lobão, para que não se passe o vexame de vermos juiz e réu trocando carícias verbais em público. Extraído do Tijolaço.

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Acordo do Janot ameaça a soberania e os interesses do Brasil, por Jeferson Miola. 0

A representação do Estado brasileiro, como se vê, nem de longe é atribuição do chefe do ministério público. Mesmo sob a vigência do regime de exceção e com o país comandado por um presidente ilegítimo, cabe ao usurpador que ocupa de fato o Poder de Estado responder formalmente pelo país perante outras nações e organismos internacionais. É dever constitucional do usurpador Michel Temer convocar com urgência o Conselho de Defesa Nacional para evitar o desfecho desta que poderá ser a jogada terminal da Lava Jato para satisfazer interesses estrangeiros e escusos, que não os do Brasil e do povo brasileiro. Extraído do GGN.

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A fala do Comandante e a indicação de Moraes ao STF, por Jorge Folena. 0

Moraes que, à frente do Ministério da Justiça, se apresentou mais como uma espécie de chefe da “segurança pública” no país, fracassou na sua missão institucional, uma vez que “a Polícia Federal (sob o comando do Ministério da Justiça) estima que cerca de 80% da criminalidade seja ligada direta ou indiretamente à droga”, como destacou o general Villas Boas. Assim, Alexandre de Moraes não conseguiu impor-se como ministro da importante pasta da Justiça nem como chefe da “segurança pública” capaz de enfrentar o tráfico de drogas, ao contrário da imagem caricata, por ele construída, de cortador de pés de maconha. Extraído do GGN.

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