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Mercado Editorial

“As pessoas que se opõem à minha presença não estão realmente abrindo livros”, diz Judith Butler. 0

Nada mais confirma os tempos obscuros, a obtusidade e a desinformação de certos setores da direita brasileira que protestaram no último dia 27 contra a presença da filósofa norte-americana Judith Butler no Brasil para participar do seminário Os Fins da Democracia, em novembro, no Sesc Pompéia, em São Paulo. Extraído do DCM.

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Lutero, homem arcaico que funda a Idade Moderna. 0

O profundo conhecimento do contexto cultural e religioso que foi mencionado, e dos próprios escritos de Lutero, faz dessa biografia um livro que, embora não apresente grandes novidades interpretativas, ajuda, de modo admirável, a compreender a personalidade do reformador e o seu papel histórico. Extraído do Adital.

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O que Platão e Rufin tem a dizer aos arquitetos do Estado Pós-Democrático?, por Fábio e O. Ribeiro. 0

As virtudes do livro Estado Pós-Democrático são evidentes. O autor abordou as principais questões ligados ao objeto de estudo: os contornos ideológicos da nova realidade estatal, suas consequencias na esfera pública e privada, a consolidação de um apartheid entre os donos/beneficiários do Estado privatizado e aqueles que são excluídos dele e submetidos à opressão de maneira ilegal. Extraído do GGN.

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Setor elétrico: as lições de vinte anos de reformas liberalizantes na Europa. 0

Como os autores escrevem, devemos retornar às “escolhas públicas”. E, portanto, para um debate público, em que os políticos devem parar de se expressar com slogans rudimentares se quisermos elevá-lo ao nível exigido pelo desenvolvimento de uma estratégia vencedora. Este livro contribui para isso. Extraído do GGN.

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Destruição do Estado nacional, fascismo e africanização-balcanização do Brasil, por Ceci Juruá. 0

Penso que há três categorias de subjetividade reativa: a modalidade ocidental, a que exprime um desejo de Ocidente, e uma terceira categoria que pode ser denominada de niilismo. Extraído do GGN.

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Geraldo Vandré e Antônio Palocci, uma infeliz comparação, por Armando Coelho Neto. 0

O livro “O terror renegado”, da historiadora Alessandra Gasparotto, mostra que os tais “arrependimentos” durante a ditadura militar foram utilizados como tática de guerra psicológica. Por meio deles, promoviam o descrédito das organizações de esquerda frente à opinião pública. Extraído do GGN.

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Lista de Livros: Inclusão social e desenvolvimento econômico na América Latina. 0

A neutralidade que o Estado latino-americano tenta demonstrar na construção da identidade nacional é desmentida pela resposta diferenciada que dá aos grupos sociais e políticos. Seu papel não é meramente reativo. Ao contrário, ele desempenha um papel fundamental e crucial na formação de identidades raciais (Nobles, 2000; Marx, 1998). Extraído do GGN.

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A corrupção é algo antigo no Brasil e usá-la como arma política também, diz historiadora. 0

Tema atual no cenário brasileiro, a corrupção, embora muitos queiram que pareça o contrário, não nasceu hoje. Tampouco é algo surgido há poucos anos ou décadas. Extraído do DCM.

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É urgente voltar a Marx para entender nova fase da economia, diz professor. 0

Nick Nesbitt afirma que nem a esquerda nem os neoliberais têm explicação adequada para a atual transformação do capitalismo, com a automatização da produção e a substituição quase completa da mão de obra humana. Para ele, é urgente voltar a “O Capital”, de Marx, cujo primeiro volume completa 150 anos. Extraído do UOL.

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A lógica predatória de lucro dos norte-americanos, por Ricardo Cavalcanti-Schiel. 0

As políticas de identidade a vinham repuxando, na esperança (distributivista — à la Raws) de que ela solucionasse o paradoxo de uma justiça já de antemão inviável (não dedutível). O que a eleição de Trump parece ter demonstrado é que essa linha pretensamente elástica pode ter chegado no limite de arrebentar. Extraído do GGN.

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