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Mercado Editorial

Crítico literário Antônio Cândido morre aos 98 anos. 0

Candido lembrou que, em sua época, a crítica era militante e alguns jornais tinham o chamado crítico titular. No seu caso, ele era o do jornal Folha da Manhã, enquanto o do Estado era Tobias Barreto. “O crítico titular tinha muito autoridade, porque representava o jornal. Costumo dizer que a crítica literária daquele tempo era uma atividade de alto risco.” Extraído do GGN.

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Wanderley e o que impede a Democracia. 0

Com o Brexit e o esfacelamento do Labour; Trump; o óbito do Partido Socialista na França nessa eleição de 23/IV; o auto-flagelo do Podemos na Espanha e do Syriza na Grécia; a 498ª crise do Peronismo argentino; e no Brasil… – a Esquerda tem futuro? Se o professor Wanderley não responder, ninguém responderá. Porque ninguém conhece o Século XXI como ele! Extraído do CAF.

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A obra-prima de Evguiéni Pachukanis. 0

A partir de Pachukanis, é impossível apostar na transformação social por caminhos jurídicos ou estatais: suas formas são elementos centrais do capitalismo. Extraído do Carta Maior.

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Para entender os Estados Unidos, por Benjamin Moser. 0

O que sempre digo quando falo dos Estados Unidos para públicos estrangeiros é que ninguém deve pensar que sabe a mais mínima coisa da cultura e história americanas só pelo fato de consumir a nossa cultura popular. Isso é o problema maior: se eu fosse da Mongólia e dissesse “vocês não sabem nada sobre a Mongólia”, ninguém acharia estranho. EXtraído do GGN.

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Mensalão foi ensaio para o “sequestro” da democracia, avalia Guilherme dos Santos. 0

Jornal GGN – O professor Wanderley Guilherme dos Santos acaba de publicar o livro “A Democracia Impedida – O Brasil no Século XXI” (FGV, 2017), analisando as raízes da crise institucional e social enfrentadas hoje. Considerado um dos maiores cientistas políticos da atualidade, Guilherme dos Santos prenunciou o golpe militar dos anos 1964, dois anos antes, no seu livro “Quem Dará o Golpe no Brasil” (Civilização Brasileira, 1962). Extraído do GGN.

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Totalitarismo: 1984 – 2017, por Nirlando Beirão. 0

Uma palavra final do percuciente Orwell parece desvendar o método daqueles que fazem dos expurgos, das prisões, das perseguições, dos castigos, das denúncias gratificadas, dos interrogatórios, das torturas mentais e das condenações injustas seu estrepitoso meio de vida e seu espetáculo de autopromoção (“na Oceania não existe lei”, escreve Orwell. Daria para acrescentar o advérbio “também”). Extraído do GGN.

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Parceiros do rio Atlântico, por Daniel Afonso da Silva. 0

A ilusão americana de superpotência isolada começou a ruir nas crises humanitárias mundo afora ao longo dos anos noventas. A irresponsabilidade internacional no dossiê Rwanda esteve prestes a se repetir no caso dos Bálcãs. A hesitação francesa não disfarçou certa indiferença americana. Extraído do GGN.

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Natália Timerman: ‘Sistema penitenciário parece dar um nó em si mesmo’. 0

Livro traz história de detentos atendidos no Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário de São Paulo, o único no estado com este fim. Extraído do Carta Maior.

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STF do Gilmar merece um plagiador vil? 0

Quem alertou para os trechos idênticos foi o professor Fernando Jayme, diretor da Faculdade de Direito da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), numa rede social. Para Fernando Jayme, o que houve “é sem dúvida alguma plágio”. “Ninguém pode assumir a autoria do texto alheio. Ao deixar de fazer a citação, parece que a ideia é dele, mas é de outro autor, do qual ele copiou literalmente”, afirmou. (…) Jayme diz que já viu, no Conselho Universitário da UFMG, o qual integra, “citações bem menos explícitas serem consideradas plágio”. Extraído do Conversa Afiada.

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A desigualdade aumenta e o Capitalismo vai acabar. 0

Todo mundo sabe que faliram os instumentos construídos, especialmente no pós-Guerra, para evitar que o Capitalismo se arrebentasse a cada crise. Mas, será preciso fingir que tudo o que se faz – na Teoria e na prática- , em nome estabilidade, nada mais é que um remendo para salvar os bancos. Extraído do Conversa Afiada.

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