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Mercado Editorial

Escritora nigeriana premiada propõe diagnóstico psiquiátrico para o racista. 0

No texto de hoje apresentamos trechos do resumo do livro Americanah, reproduzido do blog da Editora Companhia das Letras. Extraído do Carta Maior.

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O dia em que André Lara descobriu os cabeças de planilha. 0

André não abre mão do discurso de torcedor, ao caricaturizar posições dos desenvolvimentistas, usando os métodos das caricaturas aos liberais, que ele critica em seu livro. Faz parte: ele escreve para um público de torcedores, intelectualmente limitados como todos os torcedores. Extraído do GGN.

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O que Amartya Sen tem a ensinar aos brasileiros?, por Fábio de Oliveira Ribeiro. 0

É evidente que o Brasil chutou a escada antes de chegar ao primeiro mundo. Agora está sendo atirado num poço pelo seu governante. Se uma revolução não ocorrer, em 10 anos teremos um sistema educacional pior que a Índia e uma tirania mais sanguinária que a da China. Seremos os últimos entre os últimos. É isto o que nós desejamos? Extraído do GGN.

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O peso das ideias na riqueza das nações. 0

Tanto as maçãs que compramos na quitanda como as que foram desenhadas no Vale do Silício são bens econômicos e incorporam o que há de mais precioso naquilo que consumimos: informação. No caso da fruta, esta informação se exprime em dezenas de milhares de genes que cumprem sofisticadas funções bioquímicas. Mas por mais que tenhamos alterado as maçãs para torna-las doces e suculentas, a verdade é que elas existiam no mundo antes de povoarem nossas mentes. Extraído do Adital.

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Quarta revolução industrial e a sociedade dos desiguais. 0

“Outros pensadores vão dizer que estamos vivendo parte ainda da Terceira Revolução, mas Schwab a inscreve como quarta porque ela é sem precedentes em termos de velocidade com que as coisas acontecem, além disso há todo o potencial de evolução das tecnologias. É a revolução que permite que as coisas dialoguem entre si”. Extraído do Adital.

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Crítico literário Antônio Cândido morre aos 98 anos. 0

Candido lembrou que, em sua época, a crítica era militante e alguns jornais tinham o chamado crítico titular. No seu caso, ele era o do jornal Folha da Manhã, enquanto o do Estado era Tobias Barreto. “O crítico titular tinha muito autoridade, porque representava o jornal. Costumo dizer que a crítica literária daquele tempo era uma atividade de alto risco.” Extraído do GGN.

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Wanderley e o que impede a Democracia. 0

Com o Brexit e o esfacelamento do Labour; Trump; o óbito do Partido Socialista na França nessa eleição de 23/IV; o auto-flagelo do Podemos na Espanha e do Syriza na Grécia; a 498ª crise do Peronismo argentino; e no Brasil… – a Esquerda tem futuro? Se o professor Wanderley não responder, ninguém responderá. Porque ninguém conhece o Século XXI como ele! Extraído do CAF.

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A obra-prima de Evguiéni Pachukanis. 0

A partir de Pachukanis, é impossível apostar na transformação social por caminhos jurídicos ou estatais: suas formas são elementos centrais do capitalismo. Extraído do Carta Maior.

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Para entender os Estados Unidos, por Benjamin Moser. 0

O que sempre digo quando falo dos Estados Unidos para públicos estrangeiros é que ninguém deve pensar que sabe a mais mínima coisa da cultura e história americanas só pelo fato de consumir a nossa cultura popular. Isso é o problema maior: se eu fosse da Mongólia e dissesse “vocês não sabem nada sobre a Mongólia”, ninguém acharia estranho. EXtraído do GGN.

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Mensalão foi ensaio para o “sequestro” da democracia, avalia Guilherme dos Santos. 0

Jornal GGN – O professor Wanderley Guilherme dos Santos acaba de publicar o livro “A Democracia Impedida – O Brasil no Século XXI” (FGV, 2017), analisando as raízes da crise institucional e social enfrentadas hoje. Considerado um dos maiores cientistas políticos da atualidade, Guilherme dos Santos prenunciou o golpe militar dos anos 1964, dois anos antes, no seu livro “Quem Dará o Golpe no Brasil” (Civilização Brasileira, 1962). Extraído do GGN.

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