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Direito & Justiça

A fraude da Guararapes. Empresa mobiliza os seus trabalhadores para defender o seu modelo de precarização do trabalho. 0

De fraudadora, a Guararapes tenta vender a imagem de que é vítima e usa os trabalhadores como escudo para maquiar a sua farsa. A empresa levou de ônibus os trabalhadores da sua matriz em Extremoz para protestar em frente ao Ministério Público do Trabalho. Obriga aos seus trabalhadores defenderem a precarização e a destruição do próprio emprego. Extraído do Adital.

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Comandante do Exército repete fala dos ruralistas sobre Amazônia. 0

A leitura de Villas Bôas é muito semelhante à dos deputados ruralistas Alceu Moreira (PMDB-RS) e Luis Carlos Heinze (PP-RS), integrantes da tropa de choque da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), expostas no documentário “Sem Clima“, realizado pelo De Olho nos Ruralistas. Extraído do Adital.

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Leonardo Boff: estamos já em plena ditadura civil rumo à militar? 0

O pior de uma ditadura civil ou militar é sempre para o povo. As novas gerações não conhecem a crueldade de uma ditadura total. É de gelar a alma o silêncio da sociedade diante das declarações do referido general”. Que Deus e o povo organizado nos salvem. Extraído do DCM.

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Constituição não prevê intervenção militar, crime inafiançável, diz PFDC. 0

“Nem mesmo em situações de exceção constitucional, como o Estado de Sítio ou o Estado de Defesa, as Forças Armadas podem assumir um papel fora de seus limites constitucionais”. Extraído do GGN.

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Do inevitável derretimento da Lava Jato à luz da verdade, por Eduardo Ramos. 0

Acrescento ainda um último item, que é o “efeito Tacla Duran” sobre Moro e sua mulher, Rosângela, o advogado refugiado na Espanha que delatou o esquema de advogados “amigos” da turma da Lava jato que pediam milhões de dólares para que suas delações fossem aceitas – as dos réus. Um dos advogados é amigo pessoal de Moro e ex-sócio de sua mulher num escritório de advocacia. Extraído do GGN.

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A saudade da ditadura é óbvia num país que nunca puniu torturadores ou estabeleceu um limite civilizatório. Por Kiko Nogueira. 0

Temos agora um governo fraco e corrupto, fruto de um golpe vagabundo, uma mídia mono obsessiva que alimentou colunistas de extrema direita, uma economia que patina, a “ameaça lulista”–, e a soldadesca cheia de apetite para, mais uma vez, salvar a pátria. Senão eles mesmos, através de seu messias Jair Bolsonaro. Extraído do DCM.

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O masoquismo renitente de (só uma) parte dos militares. 0

Espera-se que sejam muitos os que considerem que a “aproximação sucessiva” que pode nos tirar – a nós, civis, e a ele – deste desastre sejam eleições livres em 2018, sem discriminação de qualquer força política e sem a exclusão de brasileiro algum, o que a torna ilegítima. Nada diferente do que disse o comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas, apenas dois meses atrás: “Saída da crise deve vir da eleição de 2018“. Acredita-se que, em tão pouco tempo, não tenha mudado de opinião. Extraído do Tijolaço.

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O que Temer entregou na ONU? Nossa tecnologia nuclear. 0

Diz o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, ex-secretário-geral das Relações Exteriores do Itamarati, que “o Protocolo Adicional constituiria uma violação inaceitável da soberania diante da natureza pacífica das atividades nucleares no Brasil, uma suspeita injustificada sobre nossos compromissos constitucionais e internacionais e uma intromissão em atividades brasileiras na área nuclear”. Extraído do Tijolaço.

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Altman: Golpe militar será contra o povo. 0

O denominador comum dessa coalizão militar, que passou a estruturar a formação doutrinária das Forças Armadas, foi o anticomunismo visceral, o ódio às ideias de esquerda. Os conflitos desde então existentes passaram a ser dentro do mesmo campo de classe: como deveriam se comportar os militares para defender o Estado burguês e o desenvolvimento do capitalismo brasileiro. Extraído do CAF.

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Janio: o Golpismo militar está de volta! 0

O atual comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, dava seguro avanço ao exemplar trabalho do seu antecessor, general Enzo Peri, de educação civilizatória e limitação da sua oficialidade às atividades profissionais. Essa situação, sem precedente desde a construção do golpe militar batizado de proclamação da República, interrompe-se em uma manifestação divisível em duas partes distintas. Extraído do CAF.

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