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Economia do Setor Público

As empresas não pagarão as dívidas. 0

A dívida do Governo, das empresas e das famílias é impagável. Ou o próximo Presidente, em 2018, dá um calote da dívida ou o Brasil não sai do atoleiro em que está desde 1990, desde quando não cresce consistentemente, como não se cansa de dizer o professor Bresser-Pereira. Extraído do CAF.

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Déficits, dívidas e espaço fiscal. 0

A margem para o aumento do gasto público, essencial para a retomada do crescimento, está mais restrita. Quais as alternativas? Extraído do Carta Maior.

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R$ 6 bi de presente para os devedores do Fisco. 0

Isso quando não derrubam estas dívidas pela via administrativa, como fez o Itaú ao ter perdoada uma dívida de R$ 25 bilhões no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), há poucos dias. Extraído do Tijolaço.

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Reforma trabalhista: o contexto da entrega, por Clemente Ganz Lúcio. 0

O Brasil está barato e a riqueza financeira internacional cada vez mais ávida para achar ativos que a façam crescer. O país se entrega ao capital externo, com concessões de vantagens, crédito e segurança cambial. Extraído do GGN.

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CARF vs ITAÚ: Escândalo do financismo. 0

Jornais e televisão “se esquecem” de noticiar um escândalo de R$ 25 bilhões na esfera do Ministério da Fazenda e não mencionam uma peculiar decisão do CARF. Extraído do Carta Maior.

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“A terceirização no setor público pode virar nepotismo e clientelismo”. 0

“A terceirização no setor público pode virar nepotismo e clientelismo”. O presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho alerta para os riscos das subcontratações de mão-de-obra. Extraído do GGN.

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Esforço de memória: lembra do tripé macroeconômico? Com rombo de R$ 200 bi? 0

Dilma Roussef “degringolou as contas públicas” com um déficit de R$100 bi, contando todos os acertos das tais “pedaladas fiscais”. Michel Temer as está saneando com um déficit de R$ 200 bi. Extraído do Tijolaço.

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BR 163 no centro da meta ou a economia política da circunstância, por André Araujo. 0

A tragédias de milhares de caminhões atolados na rodovia BR-163 e em outras rodovias amazônica, demonstra o absurdo da PERDA REAL DE VALOR na economia brasileira, por falta de investimento físico para o qual o Pais dispõe de amplos meios de realizar. Temos um imenso parque de maquinas para construção rodoviária e todo o material necessário para consolidar uma essencial rede de rodovias federais, sem as quais a produção não sai do lugar. Extraído do GGN.

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O pré-sal e a balança comercial de 2017, por Leo Guerra. 0

Em 2015, dos US$ 171,5 bilhões do total de importações, 13% eram de “petróleo e derivados” (US$ 22,2 bi). Em 2016, esta proporção caiu para 9,5% (US$ 13,1 bi de petróleo e derivados para uma importação total de US$ 137,5 bi). Mais uma vez, este resultado também não pode ser atribuído única e exclusivamente à conjuntura econômica do país. EXtraído do GGN.

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Justiça Tributária: como o Brasil recuou. 0

Dadas essas alterações institucionais, foi aumentada fortemente a tributação sobre bens e serviços, afetando os estratos inferiores da sociedade via tributação indireta, como uma forma de compensar a redução do ônus fiscal sobre o capital (Farias; Siqueira, 2012). Adicionalmente, houve uma redução da tributação do imposto de renda para os estratos superiores de renda, como explicitou o Gráfico 1. Extraído do IHU-Adital.

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