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Economia do Setor Público

Liberalismo econômico de Bolsonaro faz lembrar Chile de Pinochet. 0

No Brasil de hoje, Bolsonaro e MBL também parecem estar compondo um campo político cujo principal inimigo é a social-democracia, em todas as suas dimensões. O modelo em vista parece ser o de um Estado forte na repressão às liberdades individuais e fraco na garantia de uma rede de proteção social e de serviços públicos de qualidade. Extraído do UOL.

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Por um referendo revogatório!, por Paulo Kliass. 0

O ritmo alucinante de escândalos envolvendo Michel Temer e a marca de um ano para as eleições presidenciais de 2018 são alguns dos elementos que contribuem para que o debate a respeito de alternativas de projeto de país comece a ganhar espaço nos meios de comunicação. ​Extraído do GGN.

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O poder parasitário do sistema financeiro, na análise de Ladislau Dowbor. 0

“O primeiro motor é o da exportação, mas é muito instável porque não controlamos os preços e dependemos do mercado externo. O segundo motor, é o consumo das famílias, que com o desemprego e a instabilidade econômica está travado. Quebrando o segundo motor, que são as famílias, o terceiro, o do mercado produtivo, entra em colapso porque não tem consumo e o juro é muito alto. O quarto motor, o investimento estatal, que deveria ser utilizado para o investimento em estruturas, é usado para o pagamento de juros da dívida para bancos”, pontua Dowbor. Extraído do Adital.

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Trabalha, trabalha e dá grana aos ricos, seu otário! 0

Os muito ricos no Brasil pagam pouco Imposto de Renda (IR) em relação ao que ganham. A alíquota do tributo direto cresce conforme o rendimento aumenta, mas somente de R$ 24,4 mil anuais até R$ 325 mil, quando atinge 12% dos ganhos. Quando a renda supera esse patamar, essa alíquota entra em trajetória de queda, chegando a 7% para quem ganha mais de R$ 1,3 milhão por ano. Extraído do CAF e Tijolaço.

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País à deriva e destruição a galope, por Paulo Kliass. 0

O final da primeira quinzena de outubro marca 18 meses desde a fatídica sessão em que a Câmara dos Deputados, à época comandada por Eduardo Cunha, votou pela continuidade do processo de impedimento de Dilma Rousseff. Naquela noite de 16 de abril de 2016 teve início a largada para a consolidação desse verdadeiro festival de vale-tudo em que se transformou ainda mais a forma tradicional de se fazer política em nosso País. ​Extraído do GGN.

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A reforma tributária e o último suspiro da proteção social. 0

Pobres “capitalistas” autofágicos, incapazes de “precificar” os custos econômicos, políticos e sociais de não enfrentarem a abissal concentração de renda no Brasil, com um sistema tributário mais justo e progressivo, e com o fortalecimento da rede de proteção social. Extraído do Adital.

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Perdão a dívidas de igrejas, a nova barganha que avança no Congresso. 0

Além de beneficiar as igrejas, o Refis foi visto como um aceno ao empresariado. O próprio relator da matéria, o deputado Newton Cardoso Jr. (PMDB-MG), é sócio de empresas que devem 51 milhões de reais aos cofres públicos. Ele já aderiu ao novo Refis, e seu nome consta nos Panama Papers – ele e seu pai teriam usado empresas offshore para a compra de um helicóptero no exterior, o que ele nega. Extraído do Adital.

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Quem paga imposto no Brasil é o pobre! 0

O estudo mostra ainda que, embora o caráter regressivo da tributação tenha se mantido ao longo dos anos, o gasto social aumentou seu impacto sobre a desigualdade entre 2003 e 2009. Extraído do CAF.

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Os moralistas do câmbio. 0

Não raro, os suspeitos de envolvimento direto e indireto nas manipulações sentenciam aconselhamentos peremptórios e moralistas a respeito da política econômica. Insistem na tese ridícula da eficiência dos mercados. Não se trata de informação privilegiada, mas sim, do privilégio de produzir a informação. Extraído do Adital.

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O PIB manipulado para enganar o povo e amansar o Congresso, por J. Carlos de Assis. 0

Se a sociedade perceber a tempo esse jogo de mistificação, cujo propósito real é destruir o setor público e ampliar o espaço de especulação do setor privado na economia e na sociedade, poderemos evitar algumas barbaridades legislativa neste ano e ir à forra no próximo. Extraído do GGN.

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