Xadrez da volta do maior estadista, o senhor Crise. 0

A tentativa de colocar na cena o fator militar foi o último blefe de Michel Temer. A reação imediata de um oficial legalista, o respeitado general Villas Boas Correa, de parlamentares, de porta-vozes responsáveis da sociedade civil, abortou a tentativa de aprofundamento da crise política, impedindo o Brasil se reeditar o Panamá de Rafael Noriega. Extraído do GGN.

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A comédia da tragédia.Cem anos de perdão, por Bernardo Mello Franco. 0

Na semana passada, o lobista Ricardo Saud fez mais um relato intrigante. Acostumado a distribuir propina em nome da JBS, ele se disse espantado com políticos que teriam embolsado dinheiro destinado às próprias campanhas. “O Michel Temer fez uma coisa até muito deselegante. Nessa eleição, eu só vi dois caras roubar [sic] deles mesmos. Foi o Kassab e o Temer”, afirmou. Extraído do Tijolaço.

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A mentira de Jungmann foi um desrespeito quase trágico. 0

Raul Belens Jungmann é daquele tipo de político que fala interpondo pausas entre conjuntos esparsos de frases. Enquanto executa o gesto, fita um ou outro interlocutor e balança a cabeça afirmativamente. Tudo estudado e repetitivo. Cumpre esse ritual artificial e milimétrico há anos. Mas não o comete a fim de ponderar o que fala, de refletir sobre o que dirá: ele entrecorta os discursos com breves silêncios porque adora ouvir a si próprio. Ama escutar a própria voz. Leva-se a sério como ninguém. Extraído do Poder 360.

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Triste país onde depredação é escândalo, mas massacre de dez posseiros, não. 0

O 24 de maio de 2017 não foi o primeiro dia em que a perda de vidas humanas foi desprezada (ou quase), em contraste com a histeria causada pela depredação de prédios. Nossa coleção de infâmias é vasta. Triste Brasil. Extraído do Adital.

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E os coturnos voltaram a pisar na esplanada, por Fernando Horta. 0

As ruas saem com outra vitória. O governo amarga a solidão dos débeis e inaptos que, mesmo acompanhados, nada conseguem fazer de correto. O custo está sendo alto. Hoje um rapaz teve a mão dilacerada em Brasília. Dez trabalhadores foram assassinados no Pará. E tantos outros casos que temos poucas notícias. A luta, embora não aberta, acontece. Temer, ao pactuar com ala militar, nos empurra um pouco mais para o fascismo. Mas a sociedade brasileira corajosamente resiste. Extraído do GGN.

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A repressão é a outra face do retrocesso nos direitos, por Luis Felipe Miguel. 0

A repressão é a outra face do retrocesso nos direitos. O programa do governo Temer não tem como ser implantado na democracia. Não resiste à expressão da vontade popular pelo voto – e por isso os golpistas temem tanto as eleições diretas – e também claudica se a cidadania se expressa nas ruas. Extraído do GGN.

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A força só leva à crise. Salvação de Temer é aceitar que acabou. 0

Tão grave quando o “fundamentalismo de mercado” é o “fundamentalismo judicial”. A finalidade da lei e da Justiça é a de preservar direitos e solucionar conflitos. Se, numa casa conflagrada, no mesmo momento, quisermos examinar e julgar cada ato, pequeno ou grande, de cada um dos moradores, nada sobrará de pé. Extraído do Tijolaço.

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Editorial SOS Brasil Soberano. 0

É urgente que todas as forças políticas do país ponham de lado as muitas rusgas dos últimos anos e se unam com a finalidade de instituir um novo governo. Extraído do Carta Maior.

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Lava Jato e dois destinos, o juiz e o jornalista, Asmodeus e Gabriel. 0

Foi quando Mefistófeles surgiu na sua frente: – Imprudente! Não se contentou com todo o poder que lhe dei? Como ousa afrontar um dos tabus do centro do meu poder, a mídia, vazando a conversa de um jornalista com a fonte? E o sacrifício do jornalista, que por um momento se fez digno, ajudou a conter as ameaças contra o jornalismo e a abrir os olhos da mídia e do país para o Asmodeus que fugiu ao controle. Extraído do GGN.

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No fim de feira do governo Temer, a xepa não pode ser o Brasil. 0

A elite empresarial brasileira, corroída pela financeirização de suas atividades, enriqueceu de dinheiro e empobreceu-se de projetos. O país é uma feira, na hora da xepa, para comprar barato leis que, já meio podres, não duram para além de 2018. Extraído do Tijolaço.

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