E os coturnos voltaram a pisar na esplanada, por Fernando Horta. 0

As ruas saem com outra vitória. O governo amarga a solidão dos débeis e inaptos que, mesmo acompanhados, nada conseguem fazer de correto. O custo está sendo alto. Hoje um rapaz teve a mão dilacerada em Brasília. Dez trabalhadores foram assassinados no Pará. E tantos outros casos que temos poucas notícias. A luta, embora não aberta, acontece. Temer, ao pactuar com ala militar, nos empurra um pouco mais para o fascismo. Mas a sociedade brasileira corajosamente resiste. Extraído do GGN.

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Editorial SOS Brasil Soberano. 0

É urgente que todas as forças políticas do país ponham de lado as muitas rusgas dos últimos anos e se unam com a finalidade de instituir um novo governo. Extraído do Carta Maior.

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O acordo por cima: continuidade do golpe sem Temer, por Jeferson Miola. 0

Caso não haja uma contundente capacidade de mobilização popular, nos moldes da campanha das Diretas Já de 1984, o desfecho da crise será o acordo por cima fechado pela classe dominante, mesmo que isso possa abrir um período de instabilidade política e de conflito social no país. Extraído do GGN.

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Os tenentes de toga e sem Brasil. Por Rodrigo Vianna. 0

Minha impressão (e espero estar errado) é que vai surgir nos próximos meses uma liderança autoritária, que ofereça um sentido para a destruição promovida pelo tenentismo togado. Mas agora um sentido regressivo, de recolonização do Brasil. A anti-revolução de 1930 avança, e me parece que nem Lula teria força agora para deter a onda que se avoluma no horizonte. Extraído do Tijolaço.

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Análise da crise: o Brasil não está só no mundo, por Samuel Pinheiro Guimarães. 0

As dimensões e as características da população e do mercado interno; de território e de recursos naturais (ampliada de forma extraordinária pela descoberta do pré-sal); a localização geográfica na área de influência americana; a capacidade empresarial do Estado e da iniciativa privada (BNDES, Petrobrás, Vale do Rio Doce, Embraer) a capacidade tecnológica em áreas de ponta (nuclear, Embrapa, etc) tornariam o Brasil uma área de atuação prioritária para a política exterior americana, que articulou… Extraído do GGN.

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Xadrez da última aposta da Globo. 0

O único fio condutor da aliança – o antipetismo – esfumaçou-se. A facilidade de atribuir todos os males do país à Presidência volta-se contra o golpe. E o fato da Globo pular do barco Temer e tentar comandar o próximo barco tornam ela – e o MPF – daqui por diante, os únicos responsáveis por tudo de mal que acontecer no país. Extraído do GGN.

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Boaventura: procuram-se horizontes, urgente. 0

A barbárie alastra-se. Proporemos apenas a diversidade? Talvez as epistemologias do Sul – outras maneiras de pensar, sentir e conhecer – sugiram uma saída. Extraído do Carta Maior.

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O fascismo nosso de cada dia … ou quem será comido primeiro?, por Fernando Horta. 0

O que agora fica ainda mais evidente, com as denúncias atingindo o PSDB e o PMDB em cheio, é que os que soltaram os monstros, serão comidos primeiro por eles. Tais partidos tinham financiados grupos fascistas como MBL, “Vem pra Rua” e assemelhados contra Dilma, agora serão engolidos pelos mesmos grupos. O problema é que ao serem comidos pelo monstro que soltaram, eles se tornam parte e fortalecem o fascismo. Extraído do GGN.

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A ruína do Golpe, o juízo da História e o movimento da Elite, por Aldo Fornazieri. 0

Em suma: a crise e as lutas são de longo prazo porque o Brasil entrou num período de sua história no qual não haverá paz social e política enquanto o equilíbrio econômico e social, fundado na justiça e na igualdade, não for estabelecido e enquanto a democracia não se tornar efetiva. Extraído do GGN.

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JBS e o segundo mergulho profundo nas entranhas corruptas do Brasil. 0

O choque depois da Odebrecht é a constatação de que os crimes de caixa 2 aconteciam antes dos Governos do PT, como revelou Emílio Odebrecht, durante os Governos petistas e continuaram depois que a Operação Lava Jato explodiu, mantendo-se no mandato de Michel Temer, até mesmo com políticos que pareciam fora do baralho, como Eduardo Cunha, que frita na prisão de Curitiba. Extraído do Adital.

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