A verdade sobre o assassinato de JK, por Luis Nassif. 0

Antes de perder a vida, JK enfrentou tortura psicológica e assassinato de imagem. O boato de que seria dono da sétima fortuna do mundo, por exemplo, foi diversas vezes espalhado em jornais da época como fruto de corrupção de dinheiro desviado da construção de Brasília. Mas a realidade de Juscelino naquela época era outra. Extraído do GGN.

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Xadrez da grande bacanal pós-impeachment, por Luís Nassif. 0

Durante algum tempo, o Brasil aprendeu que é possível erradicar a pobreza com políticas bem concebidas, que a redução da pobreza aumenta o mercado interno, produzindo um circulo virtuoso. Aprendeu que é possível desenvolver uma indústria da saúde, avançar na educação, participar dos jogos diplomáticos internacionais, criar uma indústria de defesa, remontar a indústria naval. Podem destruir enquanto tem tempo. Mas no fundo da memória nacional já foi plantada a palavra de ordem: nós podemos! Extraído do GGN.

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A guerra civil como forma de governo. 0

Há governo no Brasil para levar ao extremo uma guerra civil não declarada contra aqueles que vivem de salários, para submetê-los a um regime de medo e insegurança social absoluta a fim de quebrar qualquer ímpeto possível de mudança nos padrões de circulação do dinheiro e das riquezas. Por isto, o paradigma para entender o Brasil atual não é o paradigma do governo, mas o paradigma da guerra. Extraído do Adital.

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Relatório conclui que filial da Volkswagen colaborou com ditadura. 0

“A VW do Brasil foi irrestritamente leal ao governo militar brasileiro e compartilhou os seus objetivos econômicos e de política interna. A correspondência com a diretoria em Wolfsburg evidenciou até 1979 um apoio irrestrito ao governo militar que não se limitava a declarações de lealdades pessoais”, informa o texto. Extraído do CAF.

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“Em tempos de America first, papel da OMC é melancólico”. 0

Cientista político Sebastião Velasco e Cruz conta sobre seu novo livro ‘Estados e mercados: os Estados Unidos e o sistema multilateral de comércio’. Extraído do Carta Maior.

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Piketty: Brasil tem a maior concentração de renda do mundo! 0

O Brasil também se destaca no recorte dos 10% mais ricos, mas não de forma tão intensa quanto se observa na comparação do 1% mais rico. Os dados mostram o Oriente Médio com 61% da renda nas mãos de seus 10% mais ricos, seguido por Brasil e Índia, ambos com 55%, e a África Subsaariana, com 54%. Extraído do CAF.

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O gado que aplaude o chicote, por Daniel Gorte-Dalmoro. 0

Com a produção da memória (e do esquecimento) nas mãos do status quo (do espetáculo, diria Debord), foi preciso apenas uma geração para que a ditadura civil-militar não fosse mais que uma historieta distante, sem maiores implicações na vida, e o campo estivesse pronto para a semeadura de uma nova ditadura (desta feita, ao que tudo indica, encabeçada por juízes e procuradores, não mais por militares), a avançar brandamente como um zepelim sob o céu azul (seria Lula nossa Geni?). Extraído do GGN.

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Uma lição vinda da Síria: é crucial não alimentar teorias da conspiração da extrema-direita. 0

Em que acreditamos? Esta é a questão crucial da democracia. Sem uma escolha informada, a democracia não tem sentido. É por esta razão que ditadores e bilionários investem tanto em notícias falsas. Nossas únicas defesas são a vigilância, o rigor e o ceticismo constantes. Mas quando alguns dos ativistas contra a propaganda mais conhecidos do mundo parecem dar credibilidade às teorias da conspiração, você se pergunta a quem recorrer. Extraído do Carta Maior.

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Sobre a cultura do silêncio [1] 0

No segundo semestre de 1969, Freire recebe convite da Universidade de Harvard e se transfere para os Estados Unidos. Em contato com a realidade de um “país desenvolvido”, ele acrescenta ao conceito de cultura do silêncio uma nova dimensão, aquela que se refere ao reconhecimento da existência de oprimidos e de áreas de silêncio também nas periferias urbanas do “Primeiro Mundo”. Extraído do Carta Maior.

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Omissão do BNDES e do Governo está pondo em risco o Programa Nuclear Brasileiro. 0

Estranha a posição do governo federal. No caso da Petrobras e das empresas petroleiras, o “waiver” e a quebra do conteúdo local foram decididos rapidamente ao arrepio da vontade da grande maioria das indústrias especializadas do país. Para evitar um apagão e a quebra da maior companhia nuclear da América do Sul, o governo dá as costas, se omite. Não há uma voz oficial para dar a posição do governo. Extraído do GGN.

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